Through the Ages: A New Story of Civilization, ou TTA para os íntimos, é um daqueles jogos longos que quando acaba você não fala: “Ufa, acabou!” e sim: “Será que não dá tempo de jogar mais uma?”.

Ele é um espetacular jogo de civilização que, apesar de complexo, não achei tão dificil de assimilar suas regras.

Ele possui muitas mecanicas envolvidas, entao vou tentar amarrar cada uma delas com o tema e com o gameplay pra facilitar ok?

Primeiro é a mecânica de “pontos de ação”. No jogo eles são divididos em ações civis e ações militares. As ações civis usamos para adquirir cartas do pool disponiveis, baixar cartas da mão, aumentar sua população, construir suas edificações ou maravilhas ou ainda destruir alguma edificação para reaproveitar alguma população. Já os militares usamos, dentre outros, para recrutar novas unidades, desenvolver alguma tática de combate, agredir ou declarar uma guerra contra um adversário. No começo todos começam com o mesmo numero de pontos de ação, que podem ser alterados conforme a forma de governo que você adotar, seu lider, maravilhas ou tecnologias que possui.

Tabuleiros centrais

Toda a evolução de sua civilização é construída através de cartas adquiridas durante o jogo, que vão da antiguidade à era moderna. Aí entram as mecanicas de gestão de mão e seleção de cartas. As cartas baixadas são divididas em líderes que te dão um poder especial enquanto estiverem em jogo, maravilhas e tecnologias que te dão benefícios quando desenvolvidas e as evoluções de edifícios que melhoram as suas habilidades de geração de recursos.

Os edifícios são simbolizados pelos trabalhadores, aqui chamados de população, alocados nas cartas e são responsaveis pela geração dos recursos do jogo que são comidas, materiais, felicidade, pontos de ciência e pontos de cultura que determinam a civilização vencedora ao final da última era.

Existem tambem as cartas militares que você adquire ao final do seu turno. Nelas encontram-se eventos, declaração de guerra, agressões, cartas de reforço militar, táticas e cartas de colônias que são conquistadas através da mecanica de leilão.

Os combates são resolvidos comparando-se a força militar somados às suas cartas de reforço. Dizem que a versão anterior do jogo favorecia civilizações com foco em militarismos, mas como não joguei, não posso opinar.

Tabuleiro individual

Uma das coisas legais de TTA é você acompanhar a passagem do tempo, você coloca Hamurabi como lider e termina com o proprio Sid Meier, papa dos civs de computador. Constrói as pirâmides e lá na frente Hollywood…..muito legal.

O jogo acaba ao fim do deck da terceira era. Existe ainda a possibilidade de jogar somente duas eras para encurtar o tempo de jogo, mas vai por mim, você não vai querer pois a terceira era é muito legal.

Sempre joguei ele em dois jogadores e ele rodou muito bem, em torno de quatro horas. Dizem que em três continua legal, mas em quatro já fica longo demais. Então comente aí como foi sua experiencia com TTA ou tire suas dúvidas sobre o jogo.